
Por onde passa o meu destino?
Porque me abriste uma porta?
Porque não acreditaste em mim?
Qual é o meu dom?
O que fiz eu?
Em quem hei de pensar, se não em ti?
Porque perscuto os teus olhos, em busca de algo que não conheço?
Como consegui?
Porque me dizes tanto, e em simultâneo nada me dizes?
Como te posso mostrar?
Como te podes interessar?
Agradeço-te... mas não te percebo.
Fico confus@, numa amálgama de perguntas.
Dizes isto e aquilo... são sinais?
Que pistas me dás?
Porque dizes isso, que só me faz viajar?
Como te comportas?
O que é que sou capaz de fazer?
Até onde consigo ir?
É tudo tão forte!
É tão profundo.
Porque me sinto tão infeliz com a tua partida, se nem te conhecia?
Como fico o dia todo a pensar na falta que faz, sem saber o que isso é?
Porque me tramaram?
Porque me preocupei convosco?
Estou cansad@...
O que me levou a desconfiar?
O que me leva a duvidar?
Porque choro, se não te conheço?
Porque entraste na minha vida?

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